domingo, 18 de outubro de 2009

Apresentação.

Hoje, apresentaram-se perante a Comunidade Paroquial, as crianças que vão fazer a 1ª Comunhão e as que se vão Baptizar.

Questões Colocadas pelo Sr. Bispo Manuel Pelino. Em ordem a ser reflectida em diálogo propõem-se algumas questões.

1ª Verificamos também no nosso meio o crescimento da indiferença religiosa e do agnosticismo?
Quais os sintomas principais?
Quais as manifestações de desorientação que verificamos no nosso ambiente?
Em que notamos que Deus faz falta às pessoas do nosso tempo?


2ª Que sinais descobrimos da procura de Deus e da atracção do coração humano para Ele?


3ª Ao anunciar o Evangelho do Reino, Jesus vai de encontro aos anseios e problemas concretos do ouvintes.
Que frutos notamos na Sua missão?
Quais os frutos que anúncio do Evangelho produz hoje?
Porque é gratificante a evangelização?
Que caminhos e iniciativas julgamos oportunos para ir ao encontro dos afastados e evangelizar as pessoas do nosso ambiente?


4ª Os que colaboram na missão da Igreja são chamados a cultivar a o perfil de guia espiritual.
Como caracterizar este perfil?
Como Cultivá-lo?
Tendo em conta a pedagogia da evangelização, quais as mudanças necessárias na forma de realizar a missão da Igreja, tanto a nível pessoal, como de grupos, como da comunidade Cristã?
Como é que cada cristão, na sua vida quotidiana, pode e deve anunciar o Evangelho?


5ª Como fazer a descoberta da riqueza dos carismas dos fiéis e preparar o funcionamento dos vários ministérios na missão da Igreja?
Porque é tão importante a missão do sacerdote?
Que espera o povo de Deus de um padre?
Que passos dar para despertar e promover as vocações ao sacerdócio?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Conselho Vicarial 10 de Outubro 21:30

Conselho Vicarial Santarém-Sul

CONVOCATÓRIA

Estimados irmãos:

Venho convocar todos os membros para o encontro do conselho vicarial a realizar no dia 10 de Outubro, (Sábado), pelas 21h30, no novo edifício pastoral, junto à igreja do Cartaxo.


BRILHE A VOSSA LUZ DIANTE DOS HOMENS

O Ano Paulino permitiu-nos conhecer melhor o grande apóstolo São Paulo. Envolvido e transformado pela luz de Cristo quando ia a caminho de Damasco, São Paulo tornou-se um evangelizador incansável, convicto de que a graça que recebera era para comunicar a todos os povos. Tinha consciência clara de que o Senhor o investira da missão de levar o evangelho que é luz e força de salvação para todos os crentes e de que todo o homem anseia pela Boa Nova de Cristo. “Ai de mim se não evangelizar” (1 Cor 9,16). Ou seja, se não evangelizasse privaria as pessoas da graça do evangelho e não seria merecedor da bênção recebida.

Cristão luz do mundo
A missão de anunciar o evangelho é confiada também a todos os crentes. É uma vocação pessoal que decorre do Baptismo, Confirmação e Eucaristia, e também uma missão de toda a comunidade cristã. Jesus veio ao mundo para iluminar todos os povos no caminho para Deus, que é o caminho do amor e da paz. Para que a Sua luz chegue até aos confins da terra, preparou os discípulos, formou com eles a Igreja e enviou-os a pregar a Boa Nova da Salvação a todos os povos: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende a candeia para a colocar debaixo do alqueire, mas sim em cima do candelabro, e assim alumia a todos os que estão em casa. Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai, que está no Céu.” (Mt 5, 14-16). Cada cristão é, portanto, chamado a ser luz e todos em comunidade formam uma grande chama, uma cidade iluminada que irradia a luz à sua volta.
A sociedade em que vivemos e de que somos parte activa e comprometida, precisa da luz do evangelho, da proposta do amor e da esperança que Jesus nos veio trazer. O evangelho é, na verdade, um caminho para a vida, dá sentido e orientação à existência humana. É também um fermento de transformação que pode gerar um mundo novo. Damos hoje conta de muitas carências humanas, verificamos muitos sinais de desorientação para os quais o evangelho pode ser a resposta. Adquire, portanto, maior força, o apelo de Cristo: “Vós sois a luz do mundo”.

Comunidades missionárias
Esta é a linha de fundo do programa pastoral do próximo ano 2009/2010. No ano transacto procurámos aprofundar a vida fraterna dos cristãos: “Quem acredita nunca está só”. Tivemos a preocupação de sensibilizar os fiéis e as comunidades para que se apresentem “como uma casa de família fraterna” onde as pessoas são acolhidas e encontram o calor da solidariedade e do amor cristãos. Este ano, em continuação, vamos aprofundar a missão da comunidade. Na verdade, as comunidades cristãs adultas são comunidades missionárias.
Este plano/programa situa-se na continuação do percurso pastoral que temos vindo a seguir na nossa diocese de Santarém desde o ano 2000, inspirados pelos discípulos de Emaús: Os primeiros três anos foram dedicados ao aprofundamento da Palavra de Deus (lectio divina); depois, outro triénio, aos sacramentos como momentos de encontro com Cristo; agora um triénio, pelo menos, à comunidade cristã: a comunhão na comunidade, no ano passado; a comunidade em missão, este ano; relação Igreja e sociedade, depois.

Propostas de acção pastoral

Progredir no caminho da fé e na evangelização
• Implementar o Serviço Diocesano do Catecumenado.
• Promulgar orientações pastorais para a iniciação cristã, reflectidas pelo Conselho Presbiteral.
• Promover Movimentos e experiências do Primeiro Anúncio.
• Valorizar, em perspectiva evangelizadora, o património artístico e outros sinais da cultura através de exposições.
• Continuar a promover e apoiar com subsídios a formação dos fiéis em grupos de “lectio divina”, (preparando-os para dar razões da fé e evangelizar).
Promover a corresponsabilidade de todos os fiéis
• Prestar especial atenção à formação de animadores com iniciativas a nível vicarial.
• Fortalecer e ampliar a acção das equipas de animadores de oração pelos defuntos.
• Reforçar a formação de grupos de acolhimento e missão.
• Organizar e formar em cada paróquia, com a orientação dos Secretariados Diocesanos, uma equipa de colaboradores para cada uma das funções eclesiais: uma equipa de catequistas que cuidem do funcionamento da catequese; uma equipa de liturgia que anime e coordene a acção litúrgica; outra equipa atenta ao funcionamento da caridade nas suas várias formas.
• Melhorar a rede de comunicação entre as paróquias e destas com a vigararia e a diocese (desenvolver o nível interparoquial com equipas de padres e leigos).

Fomentar no presbitério a espiritualidade, a fraternidade e a acção de conjunto. Desenvolver a pastoral vocacional
• Sensibilizar as comunidades sobre o dom do sacerdócio e promover a estima e o empenho pela vocação cristã e pelas vocações de consagração.
• Esclarecer o perfil do pastor como guia espiritual do Povo de Deus tendo por referência o Cura d’ Ars e outros santos exemplares.
• Reanimar a espiritualidade, a entrega e o espírito missionário dos sacerdotes.
• Reorganizar e dinamizar a pastoral vocacional na continuidade do ano Paulino.
• Organizar uma corrente continuada de oração pelas vocações (“Laus perennis”) em todas as paróquias, com momentos para o sacramento da reconciliação.
• Realizar encontros de oração, formação e convívio de sacerdotes que desenvolvam a fraternidade e a pastoral de conjunto do presbitério.


AGENDA

1. Que iniciativas podemos sugerir na nossa zona pastoral, dentro das linhas do programa pastoral Diocesano? Recomenda-se a leitura de toda a mensagem da carta pastoral disponível no dia 5 Outubro, na Assembleia Diocesana.

Agradeço todo o vosso empenho e espero a presença de todos.
Com estima
Padre Vitor João
(Vigário –Adjunto)

domingo, 21 de junho de 2009

“O SACERDÓCIO É O AMOR DO CORAÇÃO DE JESUS” (Abertura do ano sacerdotal, 19 de Junho 2009, solenidade do Coração de Jesus)

Celebramos a abertura solene do Ano Sacerdotal proposto pelo Papa Bento XVI “para fomentar a renovação interior de todos os sacerdotes em ordem a um testemunho evangélico mais vigoroso e incisivo”. Inauguramos o Ano Sacerdotal quando estamos a preparar o encerramento do Ano Paulino. Á luz de São Paulo, podemos descobrir o encanto pelo ministério, encanto que o Apóstolo mostra com evidência na dedicação total a Cristo e à missão, na força interior, no ânimo inquebrantável com que enfrentou as muitas provas da evangelização.
Outra referência inspiradora para o Ano Sacerdotal é São João Maria Vianney, Cura d’Ars, de quem celebramos, no próximo 4 de Agosto, o 150 º aniversário da morte. O Santo Cura d’Ars é conhecido pelas dificuldades no estudo da teologia e da filosofia, mas na sua personalidade é mais marcante a excepcional profundidade espiritual que sempre manifestou. Quando os seus professores, desanimados, renunciaram a interrogá-lo nos exames e comentaram a pena que sentiam pois aquele aluno era um modelo de piedade, o Vigário Geral decidiu: “Se ele é um modelo de piedade eu chamo-o ao sacerdócio e a graça de Deus fará o resto”. De facto, a piedade e a humildade permitiram que a graça de Deus tenha realizado nele e através dele maravilhas.
São João Maria Vianney era reconhecido também, por aqueles que o procuravam, como um padre humilde e afável, generoso e dedicado. Enquadra-se bem na solenidade do Coração de Jesus que hoje celebramos. Costumava ele dizer que “o sacerdócio é o amor do coração de Jesus”.De facto, cada sacerdote é uma imagem e um instrumento vivo do amor de Cristo enquanto comunica aos fiéis e ao mundo a palavra, os gestos e os mistérios de Cristo. Assim pregava o Cura d’Ars: “Um pastor segundo o coração de Deus é o maior tesouro que Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina”.

O ano sacerdotal procura, portanto, aprofundar em todos nós o apreço e encanto pelo sacerdócio de modo levar-nos ao exercício feliz do ministério ordenado. “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”, é uma orientação oportuna para meditar nestes tempos. Actualmente, experimenta-se, por vezes, algum cansaço e desencanto na vida dos sacerdotes. Diminuem os pastores e aumentam as tarefas pastorais. Os padres, (como o bispo), andam com pressa, dispersão, impaciência, desatenção; esta falta de boa disposição impede o acolhimento e a afabilidade, a alegria e a paz que deviam transparecer no nosso ministério
O ambiente cultural não favorece o estilo de vida evangélico do sacerdote. Privilegia-se a fachada exterior, enquanto a riqueza do sacerdócio está no interior do coração, na espiritualidade. No século conta a imagem do sucesso ou do êxito visível, ao passo que o evangelho nos recomenda semear e confiar nas potencialidades da semente que cresce dia e noite pela força divina sem sabermos nem vermos como.
Neste contexto cultural de leveza, de superficialidade, de banalidades, notamos como a proposta do evangelho é de outra ordem, reveste-se de uma sabedoria do alto e não segue os critérios terrenos. São Paulo, no trecho da Carta aos Efésios que escutámos, convida-nos a meditar na diferença evangélica: “foi-me concedida a graça de anunciar aos pagãos a riqueza insondável de Cristo (…) e manifestar como se realiza o mistério escondido”. O ministério é um dom, uma graça, mas a realidade que anunciamos não entra pelos olhos dentro, “é insondável, é um mistério escondido”.
Como podemos na cultura que vive do exterior e com a nossa fragilidade anunciar o que não dá nas vistas nem atrai? Necessitamos de uma grande dose de convicção, de força interior, de confiança e de entusiasmo. Precisamos de acreditar convictamente no que fazemos e amar firmemente as realidades em que acreditamos. “Acreditar no que fazemos e amar o que acreditamos” é uma expressão de Santo Agostinho indispensável no exercício do sacerdócio neste tempos de fachada exterior e de espectáculo.
Qual o caminho? Meditemos no trecho da carta aos Efésios: “Dobro os joelhos diante do Pai (…) para que se digne armar-vos poderosamente pelo Seu Espírito para que se fortifique em vós o homem interior e Cristo habite pela fé em vossos corações”. Esta riqueza interior da vida em Cristo tornava São Paulo forte para o bom combate e dava a fecundidade apostólica à actividade pastoral do Cura d’Ars. A vida interior, cultivada pela oração, pela contemplação, pela fé, esperança e caridade, permite compreender o que está para além da compreensão humana, permite ver e mover-se em quatro dimensões: além das três habituais (comprimento, largura e altura), também a profundidade, onde se situam as raízes, onde actua o amor. Da vida interior, da união com Cristo, vem a paz, a serenidade, o encanto do ministério: “Assim sejais totalmente saciados na plenitude de Deus”.
Viver em Cristo é o caminho para a serenidade a para boa disposição. É dom do Espírito e também fruto do esforço na luta que temos de travar contra o espírito do século, o espírito de vaidade e de superficialidade. É a proposta da solenidade do Coração de Jesus: “Aprendei de mim que sou manso e humilde e encontrareis a paz”
Os santos, nossas referências na fé, seguiram este caminho: “Para triunfar no meu apostolado não quero conhecer outra escola de pedagogia que a do Sagrado Coração de Jesus: “Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração”. A própria experiência me confirmou na eficácia deste método que assegura os verdadeiros triunfos” (João XXIII, Diário íntimo).

A espiritualidade não nos dispensa da acção inteligente, coordenada, em comunidade. A fidelidade a Cristo no sacerdote é, como sabemos, indissociável da fidelidade à Igreja e em Igreja. A união faz a força, o individualismo enfraquece. É outra dimensão que o Ano Sacerdotal nos convida a desenvolver.
Na crescente multiplicação de tarefas, é importante que nos dediquemos ao essencial, ao específico do nosso ministério e aprendamos a delegar tarefas. “Irmãos é melhor procurardes entre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria… Quanto a nós entregar-nos-emos assiduamente à oração e ao serviço da palavra” (Act 6,3-4). A escolha e formação de colaboradores pastorais é uma tarefa urgente.
Outro caminho importante a percorrer no Ano Sacerdotal é promover as vocações ao ministério ordenado. Antes de mais pela oração. Também pela proposta vocacional. Os padres devem sentir que faz parte da sua missão estar atentos e fazer chegar, aos que mostram sinais de vocação, o convite do Senhor para se consagrarem ao serviço do reino de Deus. Pela proximidade, pelo exemplo cativante e pelo desafio pessoal.

Se dependesse tudo de nós seria pedir de mais. Mas tudo depende do Pai de quem procede todo o dom no céu e na terra. Dobremos os joelhos diante d’Ele para que nos conceda a força do Seu Espírito e faça crescer em nós o encanto pelo exercício do ministério que torna visível e operante o Seu amor no mundo.
+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Convite da Irmandade do Santíssimo Milagre de Santarém.

Caríssimos irmãos,
A Irmandade do Santíssimo Milagre de Santarém está a organizar as 40 horas de Adoração do Santíssimo no Santuário do Milagre.
Fomos convidados a participar neste momento de reflexão, sendo da nossa responsabilidade dinamizarmos a oração no Sábado, dia 20 de Junho de 2009 entre a 16h e 16h45m, cuja nossa participação é importante.
Para nos prepararmos e dividirmos as actividades de oração a realizar, solicito a vossa colaboração para nos reunirmos na Sexta-feira dia 19 de Junho de 2009 às 21h30m, em princípio na Casa S. João Baptista.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Participação da Irmandade do Sr. Jesus dos Passos na Procissão do Corpo de Deus




Foi com dedicação e empenho que os nossos irmãos se deslocaram até Santarém, para participarem activamente na Procissão do Corpo de Deus.
Cerimónia antecedida de Vésperas, na Sé.
Muito bem organizada e participada por muitas paróquias.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Mensagem da Irmandade do Senhor Jesus dos Passos.

Caríssimos Irmãos,
Na sequência do convite do Sr. Bispo Manuel Pelino, gostaria, se possível, que toda a Irmandade estivesse presente na Procissão do Corpo de Deus que se realizará em Santarém no dia 11 de Junho de 2009 Quinta-feira, às 16h. Assim, juntamo-nos às 14:30 na Igreja do Cartaxo para partilharmos o transporte e seguirmos para Santarém.
Todos os Irmãos devem levar a respectiva OPA para ser vestida nas celebrações.
Um abraço amigo, Paulo Rodrigues.