Estão em curso as matrículas nas Escolas. Os pais e encarregados de educação, que são os principais e
mais influentes educadores, mostram-se cada vez mais empenhados no desenvolvimento integral dos
seus educandos.
Este crescimento harmonioso que todos desejamos não se realiza apenas através da inteligência, da
aquisição de competências ou da obtenção de resultados; a educação do espírito, a educação para a
beleza e para a cultura, para a ética e para a moral, a educação para os afectos, também concorrem
para o desenvolvimento das potencialidades dos mais novos.
A educação para a ‘pessoa’ alcança-se com o conhecimento e com a aprendizagem de uma atitude
interessada e construtiva, com o exercício da honestidade e da responsabilidade pelo bem comum,
com o cultivo da alegria e da boa relação.
Só conseguiremos alcançar uma educação integral e harmoniosa com o contributo conjugado de todas
as forças vivas da sociedade: da família e encarregados de educação; das escolas; das comunidades
cristãs; das associações culturais e desportivas; dos meios de comunicação social, etc. A educação
global não se alcança apenas com os programas do “Ministério da Educação” - embora estes sejam
fundamentais, mas com a colaboração empenhada e complementar de pessoas e instituições
apostadas em construir uma sociedade mais justa e fraterna.
A Igreja Católica sempre se dedicou à educação de todas as idades (infância e adolescência, juventude,
adultos e idosos) e ao desenvolvimento de todas as dimensões da pessoa humana: cognitiva, ética,
afectiva, cultural, espiritual.
Esta preocupação pela plenitude da pessoa humana levou à criação do serviço de educação moral
nas escolas públicas através da disciplina da “Educação Moral e Religiosa Católica” (EMRC). Não é
ensino confessional, como a catequese, mas transmissão dos valores humanos e das referências que constituem o nosso património cultural de matriz cristã: compreensão do mundo e do homem, história
e papel das religiões, participação activa na comunidade, promoção da solidariedade, educação para a
responsabilidade, para a alegria e para a boa relação.
Procurem os pais exercer o seu direito de matricular os filhos na disciplina da educação moral (EMRC)
desde os primeiros anos da escola. O primeiro ciclo do básico é muito importante por ser o alicerce do
percurso escolar. Até aos dezasseis anos pertence aos pais fazer a matrícula. Após essa idade são os
educandos que fazem a opção. A frequência é facultativa mas, quando pedida, a oferta é obrigatória
da parte dos estabelecimentos de ensino. Se os pais desejarem as escolas não deixarão de responder.
A crise que nos preocupa não é só económica mas também ética. O egoísmo é maior, as fraudes
aumentam, as desigualdades são mais gritantes, o respeito pela dignidade do outro parece diminuir.
São os próprios fundamentos éticos da sociedade que estão hoje em questão. A educação moral
e religiosa escolar pode ser um bom contributo para vencer a crise moral e incutir uma atitude
construtiva e responsável perante a vida.
Santarém 12 de Maio de 2011
+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A santidade não dispensa a economia.
A santidade não dispensa a economia
No dia 1 de Fevereiro iniciaram-se as reuniões, por vigararias, presididas pelo senhor Bispo, dos CONSELHOS PAROQUIAIS PARA OS ASSUNTOS ECONÓMICOS E PATRIMONIAIS.
Estas reuniões têm como primeiro objectivo esclarecer e formar os membros dos Conselhos Paroquias e em segundo lugar reconhecer o seu trabalho dedicado e delicado no seio das diversas comunidades.
A primeira jornada coube a Almeirim. Após a invocação do Espírito Santo, escutou-se a leitura do texto 2 Cor 9, 6-14. Tendo sido realçado o versículo 6: “Quem pouco semeia, também pouco colherá; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá”.
O senhor Bispo, com base na Palavra de Deus, lembrou a experiência de comunhão e de partilha que a igreja faz desde a sua origem. O amor fraterno organizou-se e operacionalizou-se logo nos começos da Igreja.
As reuniões, projectadas antes da crise, assumem particular relevo nos tempos actuais. Na verdade, as comunidades têm de se organizar e procurar fontes de receitas. De igual modo têm de saber responder, com qualidade, às situações graves dos irmãos em situação de fragilidade.
Uma segunda intervenção sobre O Estatuto Económico do Clero e os Conselhos Paroquiais, a sua organização e missão, e coube ao Padre Aníbal Vieira
O Padre António Cândido, pró-Vigário Geram, apresentou a relação entre as paróquias e a diocese, os passos a dar e documentos necessários para que a comunhão se realize segundo as normas do direito, as quais existem para proteger com equidade a todos e o Bem comum.
O Diác. Licínio deu algumas informações sobre a prestação de contas das diversas paróquias da vigararia, verificando-se que algumas se encontram em atraso em relação a algumas rubricas: tributos, ofertas consignadas, intenções de missa e segurança social.
Em Almeirim estiveram presentes 71% das paróquias convocadas.
A segunda jornada realizou-se em Santarém dirigida principalmente para as paróquias das vigararias de Rio Maior e Santarém. Da vigararia de Rio Maior estiveram presentes 36% das paróquias e da Vigararia de Santarém, 64%.
A 3ª jornada terá lugar em Tomar no dia 15 de Fevereiro, para a qual estão convocadas as paróquias da vigararia de Tomar.
A 4ª e última jornada terá lugar no dia 22 de Fevereiro, em Torres Novas, Salão de S. Pedro, para as paróquias das vigararias de Torres Novas, Alcanena e Entroncamento.
Os membros dos conselhos que faltaram ao encontro programado para a sua vigararia poderão ir a outra que lhes seja possível.
“Aquele que dá a semente ao semeador e o pão em alimento, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça” (2 Cor 9, 10).
No dia 1 de Fevereiro iniciaram-se as reuniões, por vigararias, presididas pelo senhor Bispo, dos CONSELHOS PAROQUIAIS PARA OS ASSUNTOS ECONÓMICOS E PATRIMONIAIS.
Estas reuniões têm como primeiro objectivo esclarecer e formar os membros dos Conselhos Paroquias e em segundo lugar reconhecer o seu trabalho dedicado e delicado no seio das diversas comunidades.
A primeira jornada coube a Almeirim. Após a invocação do Espírito Santo, escutou-se a leitura do texto 2 Cor 9, 6-14. Tendo sido realçado o versículo 6: “Quem pouco semeia, também pouco colherá; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá”.
O senhor Bispo, com base na Palavra de Deus, lembrou a experiência de comunhão e de partilha que a igreja faz desde a sua origem. O amor fraterno organizou-se e operacionalizou-se logo nos começos da Igreja.
As reuniões, projectadas antes da crise, assumem particular relevo nos tempos actuais. Na verdade, as comunidades têm de se organizar e procurar fontes de receitas. De igual modo têm de saber responder, com qualidade, às situações graves dos irmãos em situação de fragilidade.
Uma segunda intervenção sobre O Estatuto Económico do Clero e os Conselhos Paroquiais, a sua organização e missão, e coube ao Padre Aníbal Vieira
O Padre António Cândido, pró-Vigário Geram, apresentou a relação entre as paróquias e a diocese, os passos a dar e documentos necessários para que a comunhão se realize segundo as normas do direito, as quais existem para proteger com equidade a todos e o Bem comum.
O Diác. Licínio deu algumas informações sobre a prestação de contas das diversas paróquias da vigararia, verificando-se que algumas se encontram em atraso em relação a algumas rubricas: tributos, ofertas consignadas, intenções de missa e segurança social.
Em Almeirim estiveram presentes 71% das paróquias convocadas.
A segunda jornada realizou-se em Santarém dirigida principalmente para as paróquias das vigararias de Rio Maior e Santarém. Da vigararia de Rio Maior estiveram presentes 36% das paróquias e da Vigararia de Santarém, 64%.
A 3ª jornada terá lugar em Tomar no dia 15 de Fevereiro, para a qual estão convocadas as paróquias da vigararia de Tomar.
A 4ª e última jornada terá lugar no dia 22 de Fevereiro, em Torres Novas, Salão de S. Pedro, para as paróquias das vigararias de Torres Novas, Alcanena e Entroncamento.
Os membros dos conselhos que faltaram ao encontro programado para a sua vigararia poderão ir a outra que lhes seja possível.
“Aquele que dá a semente ao semeador e o pão em alimento, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça” (2 Cor 9, 10).
Subscrever:
Mensagens (Atom)