domingo, 26 de outubro de 2014
Conselho Pastoral Paroquial 16 outubro 2014
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Educar em tempo de crise.
mais influentes educadores, mostram-se cada vez mais empenhados no desenvolvimento integral dos
seus educandos.
Este crescimento harmonioso que todos desejamos não se realiza apenas através da inteligência, da
aquisição de competências ou da obtenção de resultados; a educação do espírito, a educação para a
beleza e para a cultura, para a ética e para a moral, a educação para os afectos, também concorrem
para o desenvolvimento das potencialidades dos mais novos.
A educação para a ‘pessoa’ alcança-se com o conhecimento e com a aprendizagem de uma atitude
interessada e construtiva, com o exercício da honestidade e da responsabilidade pelo bem comum,
com o cultivo da alegria e da boa relação.
Só conseguiremos alcançar uma educação integral e harmoniosa com o contributo conjugado de todas
as forças vivas da sociedade: da família e encarregados de educação; das escolas; das comunidades
cristãs; das associações culturais e desportivas; dos meios de comunicação social, etc. A educação
global não se alcança apenas com os programas do “Ministério da Educação” - embora estes sejam
fundamentais, mas com a colaboração empenhada e complementar de pessoas e instituições
apostadas em construir uma sociedade mais justa e fraterna.
A Igreja Católica sempre se dedicou à educação de todas as idades (infância e adolescência, juventude,
adultos e idosos) e ao desenvolvimento de todas as dimensões da pessoa humana: cognitiva, ética,
afectiva, cultural, espiritual.
Esta preocupação pela plenitude da pessoa humana levou à criação do serviço de educação moral
nas escolas públicas através da disciplina da “Educação Moral e Religiosa Católica” (EMRC). Não é
ensino confessional, como a catequese, mas transmissão dos valores humanos e das referências que constituem o nosso património cultural de matriz cristã: compreensão do mundo e do homem, história
e papel das religiões, participação activa na comunidade, promoção da solidariedade, educação para a
responsabilidade, para a alegria e para a boa relação.
Procurem os pais exercer o seu direito de matricular os filhos na disciplina da educação moral (EMRC)
desde os primeiros anos da escola. O primeiro ciclo do básico é muito importante por ser o alicerce do
percurso escolar. Até aos dezasseis anos pertence aos pais fazer a matrícula. Após essa idade são os
educandos que fazem a opção. A frequência é facultativa mas, quando pedida, a oferta é obrigatória
da parte dos estabelecimentos de ensino. Se os pais desejarem as escolas não deixarão de responder.
A crise que nos preocupa não é só económica mas também ética. O egoísmo é maior, as fraudes
aumentam, as desigualdades são mais gritantes, o respeito pela dignidade do outro parece diminuir.
São os próprios fundamentos éticos da sociedade que estão hoje em questão. A educação moral
e religiosa escolar pode ser um bom contributo para vencer a crise moral e incutir uma atitude
construtiva e responsável perante a vida.
Santarém 12 de Maio de 2011
+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A santidade não dispensa a economia.
No dia 1 de Fevereiro iniciaram-se as reuniões, por vigararias, presididas pelo senhor Bispo, dos CONSELHOS PAROQUIAIS PARA OS ASSUNTOS ECONÓMICOS E PATRIMONIAIS.
Estas reuniões têm como primeiro objectivo esclarecer e formar os membros dos Conselhos Paroquias e em segundo lugar reconhecer o seu trabalho dedicado e delicado no seio das diversas comunidades.
A primeira jornada coube a Almeirim. Após a invocação do Espírito Santo, escutou-se a leitura do texto 2 Cor 9, 6-14. Tendo sido realçado o versículo 6: “Quem pouco semeia, também pouco colherá; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá”.
O senhor Bispo, com base na Palavra de Deus, lembrou a experiência de comunhão e de partilha que a igreja faz desde a sua origem. O amor fraterno organizou-se e operacionalizou-se logo nos começos da Igreja.
As reuniões, projectadas antes da crise, assumem particular relevo nos tempos actuais. Na verdade, as comunidades têm de se organizar e procurar fontes de receitas. De igual modo têm de saber responder, com qualidade, às situações graves dos irmãos em situação de fragilidade.
Uma segunda intervenção sobre O Estatuto Económico do Clero e os Conselhos Paroquiais, a sua organização e missão, e coube ao Padre Aníbal Vieira
O Padre António Cândido, pró-Vigário Geram, apresentou a relação entre as paróquias e a diocese, os passos a dar e documentos necessários para que a comunhão se realize segundo as normas do direito, as quais existem para proteger com equidade a todos e o Bem comum.
O Diác. Licínio deu algumas informações sobre a prestação de contas das diversas paróquias da vigararia, verificando-se que algumas se encontram em atraso em relação a algumas rubricas: tributos, ofertas consignadas, intenções de missa e segurança social.
Em Almeirim estiveram presentes 71% das paróquias convocadas.
A segunda jornada realizou-se em Santarém dirigida principalmente para as paróquias das vigararias de Rio Maior e Santarém. Da vigararia de Rio Maior estiveram presentes 36% das paróquias e da Vigararia de Santarém, 64%.
A 3ª jornada terá lugar em Tomar no dia 15 de Fevereiro, para a qual estão convocadas as paróquias da vigararia de Tomar.
A 4ª e última jornada terá lugar no dia 22 de Fevereiro, em Torres Novas, Salão de S. Pedro, para as paróquias das vigararias de Torres Novas, Alcanena e Entroncamento.
Os membros dos conselhos que faltaram ao encontro programado para a sua vigararia poderão ir a outra que lhes seja possível.
“Aquele que dá a semente ao semeador e o pão em alimento, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça” (2 Cor 9, 10).
domingo, 20 de junho de 2010
ORDENAÇÃO PRESBITERAL
DO DIÁCONO RICARDO PINTO
Sexta-feira, 02 Julho 2010
ENTRONCAMENTO
21h30 VIGILIA DE ORAÇÃO
igreja de Nª Senhora de Fátima
Domingo, 04 Julho 2010
SANTARÉM
16h ORDENAÇÃO PRESBITERAL
Sábado, 10 Julho 2010
ENTRONCAMENTO
18H30 MISSA NOVA
igreja da Sagrada Família
20h Jantar
inscrição obrigatória,
custo por pessoa 20€
Domingo, 11 Julho 2010
ALMOSTER
11h MISSA NOVA
12h30 Almoço convívio
na ARCFA
Inscrição obrigatória,
custo por pessoa 12€
INSCRIÇÕES até 04 Julho
NOS LOCAIS HABITUAIS
Ou
Email :
vítor_alcobia@hotmail.com
919 749 908
969 734 016
domingo, 13 de junho de 2010
ORDENAÇÃO PRESBITERAL
DO DIÁCONO RICARDO PINTO
Sexta-feira, 02 Julho 2010
ENTRONCAMENTO
21h30 VIGILIA DE ORAÇÃO
igreja de Nª Senhora de Fátima
Domingo, 04 Julho 2010
SANTARÉM
16h ORDENAÇÃO PRESBITERAL
Sábado, 10 Julho 2010
ENTRONCAMENTO
18H30 MISSA NOVA
igreja da Sagrada Família
20h Jantar
inscrição obrigatória,
custo por pessoa 20€
Domingo, 11 Julho 2010
ALMOSTER
11h MISSA NOVA
12h30 Almoço convívio
na ARCFA
Inscrição obrigatória,
custo por pessoa 12€
INSCRIÇÕES até 04 Julho
NOS LOCAIS HABITUAIS
Ou
Email :
vítor_alcobia@hotmail.com
919 749 908
969 734 016
segunda-feira, 17 de maio de 2010
NO 10º ANIVERSÁRIO DA BEATIFICAÇÃO
DE JACINTA E FRANCISCO, PASTORINHOS DE FÁTIMA
(11-14 DE MAIO DE 2010)
CERIMÓNIA DE DESPEDIDA
DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
Aeroporto Internacional de Porto
Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
Senhor Presidente da República,
Ilustres Autoridades,
Amados Irmãos no Episcopado
Queridos amigos,
No termo da minha visita, repassa no meu espírito a densidade de tantos momentos
vividos nesta peregrinação a Portugal. Levo guardada na alma a cordialidade do vosso
acolhimento afectuoso, a forma tão calorosa e espontânea como se cimentaram os laços
de comunhão com os grupos humanos com quem pude contactar, o empenhamento que
significou a preparação e a realização do programa pastoral planeado.
Neste momento da despedida, exprimo a todos a minha sincera gratidão: ao Senhor
Presidente da República, que me honrou com a sua presença desde que cheguei até aqui,
aos meus irmãos Bispos com quem renovei a profunda união no serviço do Reino de
Cristo, ao Governo e a todas as autoridades civis e militares, que se desdobraram em
visível dedicação ao longo de toda a viagem. Bem hajam! Os meios de comunicação
social permitiram-me chegar a muitas pessoas a quem não era possível contactar na
proximidade. Também lhes estou muito grato.
Para todos os portugueses, fiéis católicos ou não, aos homens e mulheres que aqui
vivem, mesmo sem aqui terem nascido, vai a minha saudação na hora da despedida.
Não cesse entre vós de crescer a concórdia, essencial para uma sólida coesão, caminho
necessário para enfrentar com responsabilidade comum os desafios com que vos
debateis. Continue esta gloriosa Nação a manifestar a grandeza de alma, profundo
sentido de Deus, abertura solidária, pautada por princípios e valores bebidos no
humanismo cristão. Em Fátima, rezei pelo mundo inteiro pedindo que o futuro traga
maior fraternidade e solidariedade, um maior respeito recíproco e uma renovada
confiança e confidência em Deus, nosso Pai que está nos céus.
Foi uma alegria para mim ser testemunha da fé e devoção da comunidade eclesial
portuguesa. Pude verificar a energia entusiasta das crianças e dos jovens, a adesão fiel
dos presbíteros, diáconos e religiosos, a dedicação pastoral dos bispos, a procura livre
da verdade e da beleza patente no mundo da cultura, a criatividade dos agentes de
pastoral social, a vibração da fé dos fiéis nas dioceses que visitei. O meu desejo é que a
minha visita se torne incentivo para um renovado impulso espiritual e apostólico. Que o
Evangelho seja acolhido na sua integridade e testemunhado com paixão por todos os
discípulos de Cristo, a fim de que se revele como fermento de autêntica renovação de
toda a sociedade!
Desça sobre Portugal e todos os seus filhos e filhas a minha Bênção Apostólica,
portadora de esperança, de paz e de coragem, que imploro de Deus pela intercessão de
Nossa Senhora de Fátima, a quem manifestais tanta confiança e firme amor.
Continuemos a caminhar na esperança! Adeus!
Dia 22 de Maio na Sé Catedral de Santarém Vigília de Pentecostes
A acção está marcada no programa pastoral mas houve atraso na sua confirmação. Assim peço-lhe que a divulgue nos meios que tiver ao seu alcance.
“Jesus Cristo, assim como Se uniu aos discípulos a caminho de Emaús, assim também caminha connosco segundo a sua promessa: «Estou sempre convosco, até ao fim dos tempos». Apesar de ser diferente da dos Apóstolos, temos também nós uma verdadeira e pessoal experiência da presença do Senhor ressuscitado. A distância dos séculos é superada e o Ressuscitado oferece-Se vivo e operante, por nós, no hoje da Igreja e do mundo. Esta é a nossa grande alegria. No rio vivo da Tradição eclesial, Cristo não está a dois mil anos de distância, mas está realmente presente entre nós e dá-nos a Verdade, dá-nos a luz que nos faz viver e encontrar a estrada para o futuro”. Papa Bento XVI, Homilia da missa de 11-05-2010 em Lisboa.
Aníbal Manuel Vieira